sábado, 28 de abril de 2018

RIP GUILHERME VAZ (1947-2018)


Tá phoda...RIP Guilherme Vaz 


Em 1968 quando cheguei em Brasilia havia duas figuras que estavam no centro das artes, eram iconoclastas, irreverentes, conceituais e ultra-modernos: Guilherme Vaz e Cildo Meirelles. 

Corria a lenda do "ConSerto de Piano" dado pelo Guilherme no Teatro Nacional. Algumas pessoas zombaram que havia um erro ortográfico no cartaz, mas quando da execução entrou Guilherme no palco e levou o tempo da audição consertando realmente o piano. 


No mais, hoje, sabemos que os dois, Guilherme e Cildo ganharam o mundo das artes. 

Guilherme Vaz compôs várias trilhas para cinema: "Fome de Amor"(1968) de Nelson Pereira dos Santos, "O Anjo Nasceu"(1969) e "Cleopatra" (2007) de Julio Bressane, "Pindorama"(1971) de Arnaldo Jabor, "Rainha Diaba" (1975) de Antonio Carlos Fontoura entre outras.


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Nasceu em Manaus-AM. Cursou o Instituto de Artes e Arquitetura-UnB(73). Artes Cênicas - Parque Lage,RJ(77/78). Trabalha há mais de vinte anos em projetos autorais,dirigindo filmes documentários: "TUDO POR AMOR AO CINEMA" (2014),"O Cineasta da Selva"(97),"Via Látex, brasiliensis"(2013), "Encontro dos Sabores-no Rio Negro"(08),"Higienópolis"(06),"Que Viva Glauber!"(91),"Guaraná, Olho de Gente"(82),"A Arvore da Fortuna"(92),"A Agonia do Mogno" (92), "Lina Bo Bardi"(93),"Davi contra Golias"(94), "O Brasil Grande e os Índios Gigantes"(95),"O Sangue da Terra"(83),"Arquitetura do Lugar"(2000),"Teatro Amazonas"(02),"Gráfica Utópica"(03), "O Sangue da Terra" (1983/84), "Guaraná, Olho de Gente" (1981-1982), "Via Láctea, Dialética - do Terceiro Mundo Para o Terceiro Milênio" (1981) entre outros. Saiba mais: "O Cinema da Retomada", Lucia Nagib-Editora 34, 2002. "Memórias Inapagáveis - Um olhar histórico no Acervo Videobrasil/ Unerasable Memories - A historic Look at the Videobrasil Collection"-Org.: Agustín Pérez Rubío. Ed. Sesc São Paulo: Videobrasil, SP, 2014, pág.: 140-151 by Cristiana Tejo.